Mercado de Trabalho em BIM – Ebook


Mercado de Trabalho em Bim

A metodologia BIM está cada vez mais sendo utilizada pelos profissionais da construção civil, visto auxiliar os profissionais envolvidos em projetos e obras a trabalharem de forma mais eficiente, podendo não só lidar com ferramentas 2D e 3D, mas levando em conta o tempo de obra (considerado como “4D”, de quarta dimensão) e o custo (5D).

Porém, no Brasil, ainda se faz pouco uso do BIM. Por que isso acontece? Estamos sendo deixados para trás?

Acompanhe neste e-book uma análise do cenário do Mercado de Trabalho em BIM!

 

E claro, se tiver outras ideias, envie para nós: contato@projetoestruturalonline.com.br ou no WhatsApp (só clicar aqui WhastAPP Logo PEO) , e assim incluímos e atualizamos este Ebook 🙂

 

Este Ebook é Online, você não precisa baixar nenhum PDF, basta ir rolando pra baixo.

Aprox. 25 min de leitura. 

 

#1 – O que é BIM e por que eu deveria me preocupar?

“BIM” é um acróstico de “Building Information Model”, que traduzido, seria algo na linha de “Modelo de Informação de Construção”. É acima de tudo uma metodologia. Softwares que usam esta metodologia são capazes de realizar muito mais que apenas representações gráficas, podendo gerar informações sobre custo e tempo de obra.

No universo no qual o AutoCAD e similares ainda dependem de muita interação humana para atingir o objetivo estipulado, o BIM captura naturalmente o design de um projeto conforme você o desenvolve. Por exemplo, uma vez que você inseriu o projeto em um software BIM como o “Archicad”, você precisa apenas especificar onde deseja o corte (ou seção transversal/longitudinal) – para que o software realize o desenho para você, baseado nas informações que você introduziu.

Já imaginou, poupar horas e horas de trabalho para fazer um corte naquele prédio? Quanto tempo sobra para responder os clientes no WhatsApp? Bom demais!

Este é um o ponto forte de softwares baseados na metodologia BIM – estão capacitados para receber informações sobre o projeto, processá-las e dar um feedback para o profissional. Visto que cada ferramenta possuí diversos parâmetros, preenche-los todos, no início pode parecer demorado e confuso. Mas é utilizando destas informações que o BIM é capaz de te ajudar com:

  • Orientação do projeto: (Qual seria a melhor orientação que resulta na melhor eficiência energética para a edificação)

 

  • Formato da Edificação (Como sua forma se distribui para cálculos estruturais e como otimizá-la)

 

  • Análise Diurna (A fim de calcular conforto luminotécnico)

 

  • Captação de água (Para reduzir as necessidades de água na edificação)

 

  • Modelos de Energia (Para reduzir as necessidades elétricas ne edificação, assim como analisar as opções de energia sustentável, como a solar)

 

  • Materiais Sustentáveis (Para reduzir a necessidade de Materiais e o uso de materiais recicláveis)

Lista retirada e traduzida de estudo realizado por Azhar e Farooqui da universidade de Auburn, Alabama e Miami, Florida, respectivamente.

 

E por último, mas não menos importante: trabalhando com a metodologia BIM se cria a possibilidade de trabalhar com vários profissionais simultaneamente, auxiliando na compatibilização de projetos (estruturais, elétricos e hidrossanitários) e até mesmo dividindo a responsabilidade do projeto com os outros profissionais (arquitetos, engenheiros, especialistas em materiais, etc.). Estes fatores, considerado por muitos escritórios, o ponto de quebra que garante a rentabilidade do software com metodologia BIM.

 

Diagramação da metodologia BIM. Parece complexo não? (Clique pra ampliar)

Fonte: Caderno de Apresentação de Projetos em BIM de Santa Catarina

Logo, esta metodologia – através de sua geração de dados precisos e multidisciplinaridade envolvida – colabora e muito para que não haja erros na fase de projetos, consequentemente, em obra. Podendo assim, evitar atrasos e gastos desnecessários.

De quanto estamos falando? Vou ilustrar as raízes desse problema a seguir.

#2 – Projetos mal planejados: O que resulta e como BIM pode ajudar

 

Como citado no tópico anterior, o uso de softwares que utilizam a metodologia BIM resulta na divisão de responsabilidade entre os envolvidos, auxiliando na redução de erros de compatibilização e maior precisão do projeto.

Um exemplo prático, seria dizer que não terá nenhuma tubulação passando pelo meio de uma viga – pois com o uso de software com metodologia BIM a interferência será mais facilmente apontada pelo programa. Ou seja, com um projeto em BIM bem compatibilizado pelos profissionais, o que será modelado no software correlacionará de forma acurada na obra.

Para termos uma ideia de como projetos mal planejados ou atrasos em obras são custosos, vamos aos dados:

Em uma pesquisa realizada pelo The Economist revela que atrasos e enganos representam cerca de 30% do gasto total em construções por ano nos Estados Unidos. Estes 30%, na época, equivaliam a bagatela de U$ 650 bilhões, o que dava para construir Brasília mais ou menos 47 vezes (levando a estimativa de que ela custou R$ 68 bilhões, corrigido a inflação da época).

Como podem ver, bagatela.

Tudo bem, isso é nos Estados Unidos – lá tudo é em dólar! Isso pode não ter nenhuma relação com a realidade da nossa pátria amada. Infelizmente, como alguns já sabem pois conhecem o cenário…

A revista Exame realizou uma pesquisa utilizando os dados do Tribunal de Contas da União (TCU). Nessa pesquisa, em 2019, existem 14 mil obras paralisadas no país possuindo contratos no valor de R$ 144 bilhões (mais ou menos 2 Brasílias, já que estamos usando essa medida).

“Há ainda o custo associado ao desgaste das obras que permanecem por muito tempo sem execução. Em alguns casos, a obra não pode ser retomada sem intervenções para recuperar os estragos decorrentes do abandono”, diz o relatório assinado pelo ministro Vital do Rêgo.

Estas obras equivalem a 37,5% do total de obras consolidadas no Brasil que deveriam estar progredindo – uma porcentagem perigosamente próxima a metade do total.

Mapa de Calor representando as obras paradas

 Fonte: Exame, 2019

 

Afim de entender o porquê destas paralisações, o TCU realizou uma demonstração na esfera do Programa de Aceleração do Crescimento (famoso PAC).

 

Fonte: PAC

Analisando o quadro, é possível ver que das 2.914 obras, 1.359 (47%) paralisou devido a problemas técnicos, recaindo sobre profissionais da categoria a serem solucionados. Isso, por si só, mostra a ineficiência do planejamento antes de iniciar a obra, inflacionando o custo total da obra (e por consequência, dinheiro público).

Uma informação interessante sobre essa problemática é o depoimento de Claudio Frischtak, especialista em infraestrutura e presidente da consultoria InterB:

 

Já vimos na confissão de réus de que obras foram começadas sem sequer ter um projeto básico. Sem governança do investimento não há qualidade de execução, e a tendência é ter obras mal feitas ou que nunca terminam. Outras obras seguem um ciclo eleitoral e não um ciclo das necessidades” (FRISCHTAK, Claudio. 2019)

 

Melhor mal planejado do que nenhum projeto, não é mesmo? Imagina mandar uma dessa pra um cliente – o processo vem voando pelo correio. Sobre isso, Frischtak também tem opinião:

 

“A obra não termina quando entrega a chave. Você pode ter obras em que acabou o recurso sim, mas o projeto era de tão mal qualidade que nem vale prosseguir com a obra do jeito que está” (FRISCHTAK, Claudio. 2019)

 

Mas a pergunta que sobrevoa tudo isso: Esse valor poderia ter sido reduzido?

Segundo Florio (2007), o uso do BIM no projeto colaborativo auxilia na divisão de responsabilidade do projeto, além de gerar trocas rápidas e informações confiáveis, potencializando a precisão dos projetos – garantindo significativa redução em atrasos ou ações não-planejadas em projeto e obra.

Adicionalmente, softwares com BIM tendem a diminuir significativamente o trabalho enfadonho de estimação de custos, cronograma de obras e representação gráfica, assim como o complexo trabalho de design de adaptação energética e sustentável.

Integrando tudo isso em apenas um modelo, facilita a detecção de conflitos e a compatibilização dos projetos – evitando erros de planejamento e execução.

Resumindo, bem resumido mesmo: trabalhar em BIM reduz a chance de erro no planejamento – o que resulta em:

  • Obra mais barata: Menos erros = Menos custo!
  • Vários profissionais podem trabalhar simultaneamente no mesmo projeto, acelerando a resolução do mesmo
  • Promove a competência de cada profissional
  • Provavelmente te protege de passar vergonha na frente do cliente por uma situação que não é possível executar em obra.

#3 – Se o BIM é tão bom, por que pouca gente usa?

De fato, atualmente são poucos os escritórios que utilizam o software com metodologia BIM para realizar seus projetos. E os maiores motivos para isso são:

 

  • Dificuldade inicial de adaptação: Principalmente em grandes empresas, os softwares com BIM levam tempo para aprender e isso pode diminuir consideravelmente a velocidade de resolução dos projetos.
  • Softwares que utilizam a metodologia BIM tendem a custar mais caro
  • Baixa utilização no mercado
  • Falta de capacitação profissional

 

Fluxo básico de projeto BIM

Fonte: ABDI – guia 1 – Processo de Projeto BIM

 

Em uma pesquisa feita pela UFMG em 2016, um questionário foi enviado a cem escritórios de arquitetura e engenheira no Brasil, a fim de descobrir como o software é percebido pelos profissionais – principalmente em termos de abrangência. Dos cem, apenas 39 profissionais já haviam utilizado o BIM.

Vale ressaltar que a maioria destes 39 profissionais, eram da área de arquitetura. Portanto, como o projeto destas empresas geralmente se encerra com a parte arquitetônica da construção concluída, o software não é capaz de demonstrar seu potencial total, devido a não ser usado em todas as etapas.

Quando questionados sobre a presença do BIM no mercado de trabalho, 51% dos entrevistados acreditam que o software está presente em menos de 20% dos projetos realizados.

 

Gráfico sobre a pergunta: “Na sua opinião, o quanto você acha que o BIM está presente no mercado brasileiro?”

Fonte:  BARRETO, B; SANCHES, J; ALMEIDA, T; RIBEIRO, S. O BIM No Cenário De Arquitetura E Construção Civil Brasileiro, 2016

 

Segundo pesquisa realizada em 2016, o subcontinente com a maior contribuição para o mercado BIM no referido ano foi a América do Norte, seguido pela Europa. Uma das explicações para a iniciativa dos profissionais destes países, são a exigência do uso de softwares que possuam metodologia BIM em projetos públicos (provavelmente, para adereçar os problemas que a falta de seu uso causa em orçamentos públicos, como vimos).

Alguns países – como o Brasil – ainda estão nos estágios iniciais da implementação no cotidiano profissional, mas este cenário tem progredido cada vez mais – atualmente, tendo introdução ao software que utilizem metodologia BIM como matéria disciplinar em universidades.

Na mesma pesquisa realizada pela UFMG, fora perguntado aos cem entrevistados se foi financeiramente viável (gráfico a) e quanto tempo levou (gráfico b). O gráfico a seguir ilustra as respostas:

 

Gráfico sobre as perguntas: A) “Houve lucro na implantação do BIM?” e B) “Em quanto tempo?”

Fonte:  BARRETO, B; SANCHES, J; ALMEIDA, T; RIBEIRO, S. O BIM No Cenário De Arquitetura E Construção Civil Brasileiro, 2016

 

“Grande parte dos profissionais que utilizam o BIM vê dificuldades do seu uso no mercado brasileiro.  Muitos clientes não o conhecem e o mercado ainda não possui pleno conhecimento sobre tal ferramenta. Existe a falta de empresas e profissionais bem treinados e capacitados para realizarem projetos complementares, gerando a inexistência da interoperabilidade  entre  as  diferentes  áreas  de  atuação,  principalmente  por  não utilizarem o conceito, ocasionando a perda de informações dos projetos pela conversão de  arquivos  BIM  para  CAD.” (BARRETO, B; SANCHES, J; ALMEIDA, T; RIBEIRO, S. 2016, p. 8)

 

Portanto, utilizando esta pesquisa realizada pela UFMG, resumindo a pergunta do capítulo e reiterando o ponto dos tópicos no início – a dificuldade inicial, a baixa utilização no mercado atualmente, o preço “salgado” e a falta de capacitação profissional são os maiores fatores para a desaceleração da implementação do software com BIM no atual mercado de trabalho brasileiro.

Porém, esta pode ser uma visão muito simplista da relação profissional-software – onde sugere que no momento que o profissional se capacita ao BIM, dali para frente, é tudo moleza.

Alfredo Andia (2008) acredita que a maioria das histórias sobre o BIM oferecem uma descrição sedutora sobre os benefícios do software, comentando pouco sobre como estas práticas são introduzidas na realidade.

 

“BIM é tipicamente entendido como uma compra de software e capacitação de profissionais, mas é muito mais complexo que isso. BIM é basicamente sobre processos de negócios e gestão de informações em uma das indústrias mais fragmentadas e complexas indústrias do mundo. Não existe uma solução BIM correta, apenas narrativas BIM que especificamente respondem a cultura de trabalho particular na qual as equipes de design e construção estão embutidas.” Texto traduzido pelo autor (ANDIAS, Alfredo. 2008. p. 14)

 

Em suas análises, o pesquisador considera que o uso de um software com metodologia BIM possuí consequências drásticas, que não são trazidas a luz quando se fala sobre o software.

Andia (2008) comenta que com esta necessidade de inserção de informações que projetos em BIM possuem, eles acabam diminuindo a velocidade dos projetistas. Eles necessitam especificar as informações sobre os objetos utilizados no projeto de forma manual, sendo que estas informações já estão inseridas em forma análoga (como em PDFs ou catálogos do CAD).

Em outras palavras, onde no AutoCAD você pode inserir um objeto como um vaso sanitário apenas para representação simbólica, no BIM você precisa especificar suas informações toda vez que for utilizar, buscando informações em manuais e catálogos mesmo antes da obra iniciar e os objetos serem de fato escolhidos.

Lembrando que estas análises feitas pelo pesquisador foram realizadas em 2008 e sabendo que os softwares que utilizam a metodologia BIM sofreram diversas mudanças, atualizações e adições – críticas como a do parágrafo anterior podem perder sua força. Porém, como o BIM se apresenta hoje, a continuação de sua crítica pode ainda ser relevante.

Continuando sua crítica, Andia (2008) também considera que utilizando algoritmos e bibliotecas específicas, softwares com metodologia BIM irão exaurir designers e projetistas – forçando-os a se adaptar as necessidades de programação das ferramentas.

Uma vez que o profissional é forçado a realizar determinados processos de design e inserir suas condições ambientais, de forma a fazer com que o software que utilize a metodologia BIM responda – o processo criativo sofrerá.

 

“Nestas novas circunstâncias, o software gerador não espelha o ambiente tradicional no qual o arquiteto deve modelar tudo. Inicialmente, arquitetos utilizando esses novos softwares parecem se apaixonar com o processo de geração de formas. Mas após um tempo, é possível observar claramente uma família de formas muito precisamente parecidas que se movem através dos oceanos entre locais acadêmicos e quicam em blogs que compartilham truques sobre o software. Texto traduzido pelo autor (ANDIAS, Alfredo. 2008. p. 17)

 

Sua crítica mora em que, durante a utilização constante de software com esta metodologia, sua necessidade essencial por informações para alimentar os algoritmos que geram os benefícios já citados anteriormente, acabam limitando os profissionais de forma específica – obrigando-os a se adaptarem a ferramenta, ao invés de promoverem a liberdade ideológica e artística do profissional.

Esteja o profissional na Alemanha ou no Brasil, o software funcionará da mesma forma e exigirá dele de forma igual. Por consequência, criando uma identidade arquitetônica idêntica.

Para o pesquisador, o BIM (na época em que redigiu) era apenas um “déjà-vu” de outras ferramentas pioneiras 3D dos anos 70 (como SSHA, CEDAR, HARNESS e OXSYS). Segundo ele, uma “metáfora mais poderosa” seria produzir sistemas que permitam arquitetos expandirem seus poderes de design, possibilitando-os acessar novos horizontes do design que seriam, anteriormente, impossíveis.

Mesmo os softwares que utilizem BIM tendo evoluído muito durante os últimos dez anos, as análises de Andia (2008) levantam pontos interessantes sobre os perigos da implementação de tecnologias no processo criativo e que, assim como os softwares com BIM possibilitam ter acesso a informações valiosas e entendimento sobre a estrutura como um todo, seria ingênuo pensar que o usuário não poderia acompanhar as limitações digitais da ferramenta em seu processo criativo.

Mas e aí, leitor. Qual é a sua opinião sobre isso? O BIM é mesmo o futuro na construção civil, mesmo “limitando” a capacidade de design, ou isso é besteira?

Conte a sua opinião em nosso blog!

 

#4 – Considerações Finais

 

Os softwares que trabalham com BIM são ferramentas incrivelmente poderosa e dominá-las, segundo os estudos utilizados para a redação deste e-book, e a tendência do mercado, parece ser o futuro de todo profissional da área de construção civil.

Afinal, softwares com BIM possuem quase literalmente um arsenal de ferramentas que possibilitam a realização de projetos acurados, bem planejados e, quando dominados pelo profissional, de grande rapidez em sua resolução.

Aqui na Projeto Estrutural Online (PEO), trabalhamos com profissionais de todo o Brasil que utilizam software com BIM. Devido seu formato integrado, não há problemas com compatibilização entre os diferentes tipos de projeto e somos capazes de entregar trabalhos com excelente qualidade e precisão.

Na epidemia que marcou o ano de 2020, saber trabalhar com metodologia BIM ajudou muito para que – mesmo em trabalho remoto – a eficiência do escritório não diminuísse. Visto que a grande maioria dos profissionais teve que aprender a vender seus projetos e trabalhar online, a nossa empresa estava encaminhado para isso antes mesmo das medidas preventivas se instalarem.

E é claro que, um dos benefícios de estar um pouquinho a frente do mercado nessas situações é – obviamente – estar apto a abraçar o mercado nessa transição. Devido ao mercado que utiliza softwares com metodologia BIM ainda não ter se desenvolvido por completo no Brasil, ainda há muito espaço e oportunidades de trabalho.

Como diria carinhosamente nossa gerente de projetos e engenheira Anamélia Adriano: “Quem chega cedo no poço – bebe água limpa.”

 

Referências:

ANDIA, A.  Towards algorithmic BIM networks: the integration of bim databases with generative design. Cadernos de Pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo, São Paulo, v. 1, p. 13-30. 2008.

Autodesk, Inc. Building Information Modeling for Sustainable Design.Autodesk, Inc. 2005. Disponível online em: www.autodesk.com.

Autodesk, Inc. Improving Building Industry Results through Integrated Project Delivery and Building Information Modeling.White Paper. 2008. Disponível online em: www.autodesk.com.

Associated General Contractors of America (AGC). The Contractor’s Guide to BIM, 1st ed. AGC Research Foundation, Las Vegas, NV. 2005.

AZHAR, Salman; BROWN, Justin; FAROOQUI, Rizwan. BIM-based Sustainability Analysis: An Evaluation of Building Performance Analysis Software. 2009

BARRETO, B; SANCHES, J; ALMEIDA, T; RIBEIRO, S. O BIM No Cenário De Arquitetura E Construção Civil Brasileiro. 2016

MENEZES, Gilda L.B.B. Breve histórico de implantação da plataforma Bim. 2011